Maquininha, link de pagamento ou Pix: quando usar no balcão, no WhatsApp e no e-commerce
Compare custos, prazos e usos de maquininha, link de pagamento e Pix e saiba qual opção escolher no balcão, WhatsApp e e-commerce
Uma empresa pode usar maquininha, link de pagamento e Pix para receber pagamentos por produtos ou serviços, mas cada opção se adapta melhor a determinados tipos de venda. A presença física do cliente, a necessidade de parcelar e o canal em que a compra é concluída ajudam a definir o meio mais adequado.
Também entram nessa decisão o custo da transação, o prazo para o dinheiro ficar disponível, a forma de confirmar o pagamento e o trabalho necessário para relacionar cada recebimento à venda correspondente.
Neste artigo, o DNA Empreendedor, da Cora, explica quando usar maquininha, link de pagamento ou Pix no balcão, no WhatsApp e no e-commerce e quais critérios comparar antes de definir os meios de recebimento da empresa.
Maquininha, link de pagamento ou Pix: qual usar em cada tipo de venda?
A escolha entre maquininha, link de pagamento e Pix depende primeiro de onde a venda acontece e de como o cliente pretende pagar. A empresa não precisa eleger um único meio para todos os canais. Pode estabelecer uma opção principal e manter alternativas para situações em que o cliente prefira outra forma de pagar ou para continuar vendendo caso o meio principal fique indisponível.
A tabela resume o papel que cada opção pode cumprir:
| Canal de venda | Maquininha | Link de pagamento | Pix |
| Balcão | Atende pagamentos presenciais no débito ou crédito, inclusive parcelado. | Pode ser uma alternativa pontual para cobrar no cartão sem passar o cartão pela maquininha naquele atendimento. | Permite receber à vista, por exemplo, por QR Code Pix ou outra cobrança apresentada ao cliente. |
| Não é o meio típico de uma venda totalmente a distância, pois o pagamento pelo terminal exige a presença do cliente. | Permite enviar a cobrança na conversa e receber no cartão, com parcelamento quando a solução oferecer essa opção. | Permite enviar uma cobrança para pagamento à vista sem encontro presencial. | |
| E-commerce | A maquininha física não participa do checkout de uma compra concluída no site. | Pode atender vendas assistidas ou cobranças fechadas fora do fluxo padrão da loja virtual. | Pode ser disponibilizado no checkout quando a plataforma usada oferecer essa forma de pagamento. |
Quando a maquininha faz mais sentido para receber no balcão?
A maquininha faz mais sentido no balcão quando cliente e empresa estão no mesmo local e a compra será paga com cartão, no débito ou no crédito, à vista ou parcelado.
Nesse tipo de venda, o pagamento é concluído durante o atendimento e a própria solução informa se a transação foi aprovada. Já o custo e o prazo de recebimento dependem das condições contratadas com a empresa responsável pela maquininha, da modalidade usada e de eventual antecipação dos valores. Entre os custos que podem incidir sobre as vendas com cartão está a taxa MDR, cobrada sobre cada transação.
O terminal físico não é a única forma de aceitar cartão presencialmente. O Tap to Pay, por exemplo, permite usar um celular compatível com NFC para receber pagamentos por aproximação.
Outro ponto é definir em qual conta os valores das vendas no cartão serão recebidos. Pelo domicílio bancário da Cora, é possível direcionar para a conta PJ da Cora os recebimentos de maquininhas Getnet, PagBank/PagSeguro, Rede, Stone e Cielo, nas bandeiras Visa, Mastercard e Elo.
Quando usar link de pagamento ou Pix nas vendas pelo WhatsApp?
Nas vendas pelo WhatsApp, o link de pagamento é uma alternativa quando o cliente quer pagar no cartão, enquanto o Pix atende uma cobrança à vista e permite que o dinheiro chegue à conta em poucos segundos.
Imagine uma loja que feche pelo WhatsApp uma venda de R$ 360. Se o cliente quiser pagar à vista por Pix, a empresa pode enviar a cobrança e conferir a entrada do dinheiro na conta. Se preferir parcelar no cartão, um link de pagamento com essa possibilidade permite concluir a cobrança sem que a pessoa precise ir até a loja.
Na Cora, o Link de Pagamento permite cobrar por cartão de crédito e oferecer parcelamento em até 12 vezes. A emissão do link não tem custo, e a tarifa só é cobrada quando o pagamento é compensado. O acesso à funcionalidade está sujeito à análise.
O link pode ser compartilhado pelo WhatsApp, e a empresa acompanha o status da operação pelo aplicativo. Tanto no link quanto no Pix, a venda deve ser considerada paga somente após a confirmação da transação na solução ou na conta, e não apenas com base em um comprovante enviado pelo comprador.
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Como escolher entre maquininha, link de pagamento e Pix no e-commerce?
No e-commerce, maquininha, link de pagamento e Pix cumprem papéis diferentes. Em uma compra concluída diretamente na loja virtual, a maquininha física fica fora do checkout, e o principal é verificar como cartão e Pix entram no fluxo de pagamento e são associados ao pedido.
Quando cartão e Pix fazem parte do checkout e estão integrados ao fluxo da plataforma, o cliente seleciona a modalidade durante a compra e a empresa pode acompanhar o pedido e o respectivo status de pagamento dentro da operação da loja.
O link de pagamento pode servir a outro tipo de jornada. Uma compra pode começar no site ou nas redes sociais, seguir para um atendimento pelo WhatsApp e ser fechada de forma assistida. Nesse caso, uma cobrança enviada separadamente pode atender à venda.
Antes de adotar esse processo, é importante definir como a empresa relacionará depois a cobrança ao pedido correspondente. Em operações com volume maior de vendas, depender de controles manuais para fazer essa associação pode aumentar o trabalho de conciliação.
- Leia também | 4 passos para emitir link de pagamento na Cora
O que comparar além do canal antes de escolher a maquininha ou outra forma de pagamento?
Além do canal, a escolha da maquininha ou de outra forma de receber deve considerar custo, prazo, parcelamento, necessidade de equipamento, confirmação e conciliação. Uma opção conveniente para o cliente pode ter condições financeiras e operacionais diferentes para a empresa.
Os principais critérios são:
- custo da transação: compare as tarifas aplicáveis a cada meio e modalidade. No cartão, as condições podem variar entre débito, crédito à vista, parcelamento e antecipação. No Pix, as regras de tarifação variam conforme o tipo de usuário e a instituição. O Pix PJ da Cora é gratuito e ilimitado para envio e recebimento;
- prazo de recebimento: verifique quando o dinheiro fica efetivamente disponível. O Pix transfere os recursos em poucos segundos, enquanto vendas no cartão seguem as condições e os prazos contratados;
- possibilidade de parcelar: se dividir a compra é importante para o perfil da venda, a empresa precisa de uma modalidade de crédito que permita o parcelamento e deve considerar o custo dessa condição;
- necessidade de equipamento: a maquininha tradicional usa um terminal. Pix e link dispensam esse aparelho, enquanto o Tap to Pay permite receber cartão pelo celular compatível;
- confirmação do pagamento: defina onde a equipe verificará se a transação foi aprovada ou se o valor entrou na conta. Um comprovante apresentado pelo cliente não substitui essa conferência;
- conciliação das vendas: avalie como cada recebimento será associado ao pedido ou à venda que o originou, especialmente quando a empresa opera em vários canais.
Um critério não determina sozinho qual meio deve ser priorizado. Em uma venda em que o parcelamento pesa na decisão do cliente, o cartão pode ser a opção mais adequada mesmo com uma tarifa por transação. Em outra, o Pix pode atender quem prefere pagar à vista.
É preciso escolher apenas uma forma de receber?
Não é preciso escolher apenas uma forma de receber. Maquininha, link de pagamento e Pix podem coexistir, desde que a empresa defina em quais situações usar cada meio e consiga controlar os recebimentos depois.
A combinação só funciona bem se a empresa conseguir registrar de onde veio a venda, confirmar o pagamento e relacionar o valor recebido ao pedido correspondente. Quando há diferentes canais, concentrar parte dos recebimentos em uma mesma conta pode reduzir a dispersão e facilitar a conferência das entradas.
Na Cora, a empresa pode receber por Pix, usar o Link de Pagamento para cobranças no cartão e direcionar para a conta os valores da maquininha por meio do domicílio bancário. Veja tudo o que uma empresa consegue fazer na conta PJ da Cora.
Manter as movimentações da empresa separadas das pessoais também ajuda a acompanhar com mais clareza o dinheiro do negócio. Abra uma conta PJ gratuita na Cora e conheça os recursos disponíveis para a gestão financeira da empresa.